Discernimento: a luz que separa

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No episódio da semana passada — Circunspecção: a sentinela silenciosa — destaquei que ela age no silêncio do mundo interno, examinando palavras antes que sejam ditas e condutas antes que se realizem.

Hoje abordo o discernimento: continuidade natural da circunspecção. Esta examina; aquele identifica a origem e a intenção dos pensamentos.

A Logosofia ensina que a circunspecção, quando bem aplicada ao discernimento, impede intervenções impróprias, como o intrometimento. Atua como agente da inteligência, orientando as atitudes humanas e preservando a eficiência do indivíduo.

E mais importante: o discernimento é a luz que separa os pensamentos positivos dos negativos, impedindo a atuação dos que podem acarretar contratempos, complicações e até malograr planos e projetos.

Ele impede que o ser se deixe levar pela ilusão ou pelo engano, oferecendo-lhe elementos para enfrentar os golpes da realidade.

Sem discernimento, o ser não compreende aquilo que vê.

✒️ Nelson Abrille dos Santos – Escritor

Um comentário em “Discernimento: a luz que separa”

  1. Discernimento…

    Pensamento positivo…

    E vida que segue!

    Aguardando o próximo texto!

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